PRIMEIRA MENTIRA - DEUS É TUDO O QUE QUEIRAMOS QUE SEJA
Fomos criados com uma carência espiritual.
Admitindo ou não, nascemos para buscar um sentido, fomos criados com uma carência espiritual. Atrás desses anseios está a nossa busca por Deus.
Algumas das mentes mais brilhantes afirmaram essa necessidade.
Henry Scougal escreveu “A Alma do homem [...] tem dentro de si uma profunda e inextinguível sede”.
O filósofo Blaise Pascal, contemporâneo de Scougal, uniu sua voz à dos que sabiam que somente Deus pode satisfazer o coração humano. Disse que o homem tenta inutilmente preencher o vazio de sua alma com as coisas que o cercam: “Desse modo, busca em vão e não acha nada que possa ajudá-lo, encontrando apenas um abismo infinito que só pode ser preenchido por aquele que é infinito e imutável. Em outras palavras, esse vazio somente pode ser preenchido por Deus”.
A humanidade sempre buscou a Deus, mas, em nossa era pluralista, devemos perguntar: Que Deus devemos buscar? Onde podemos encontrá-lo? E como sabemos que já o encontramos?
