quarta-feira, dezembro 30, 2009
Crentes imaturos, haja paciência!
Fim de mais um ano. Um ano longo, afinal, passamos por tantas coisas. Algumas coisas que ficaram pra trás, outras nem tanto. Filas imensas, congestionamentos caóticos, gente pra tudo quanto é lado. Haja paciência!
Nos últimos meses tenho percebido o esgotamento de algumas pessoas. Muitos cristãos, daqueles que dedicam seu tempo para Deus, em defender a fé, em exortar, em denunciar, em pregar e ensinar, muitos pastores e líderes que definitivamente estão sinalizando que, além do ano, suas baterias também estão acabando.
Pude também perceber que um dos principais motivos para tanto esgotamento, esse que por sua vez beira ao desanimo, é sem dúvida a imaturidade de alguns. Se há algo que aos poucos vai minando qualquer relacionamento, dos profundos até os não tão profundos assim, é sem dúvida a imaturidade. Se há um desequilíbrio na relação, em que se envolva a questão da maturidade, é fato, um dos lados ficará automaticamente sobrecarregado.
sábado, dezembro 26, 2009
Pão e circo ou circo e Pão?
O que acontece com a igreja brasileira hoje é mera coincidência?
terça-feira, dezembro 22, 2009
Muita gente, pouco resultado!
Estudando o livro de Atos fiquei impressionado logo nos primeiros capítulos com o crescimento da igreja primitiva, onde milhares de pessoas eram batizadas e se juntavam ao corpo de Cristo.
“De sorte que foram batizados os que receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas;” (Atos 2.41)
Demônio 7: o cristão hifenizado - Série Os 7 Demônios da Pós-Modernidade
Alguns especialistas acham que o pós-modernos sejam simplesmente um novo tipo de cristão, como o cristão ocidental ou oriental. Mas, na verdade, muitos cristãos pós-modernos são tão pós-modernos que seu cristianismo hifenizado chega a negar o cristianismo, como se fosse possível ter um cristão-da-nova-era ou um cristão-budista.A razão pela qual o cristianismo pós-moderno mostra-se ineficiente deve-se a uma questão de autoridade e poder. Os p´so-modernos veem os textos das Escrituras como um meio pelo qual os líderes espirituais exercem o poder sobre o povo. E por causa de sua desconfiança em relação ao poder e à autoridade, os pós-modernos, com seu modo consistente de pensar, rejeitam qualquer autoridade além de si mesmos e qualquer assertiva sobre a verdade, além do seu argumento de que nenhuma defesa válida da verdade seja possível. O problema raramente reflete uma preocupação filosófica, mas é uma questão de um coração teimosamente duro, que recebe a verdade tão prontamente quanto uma bala de revolver penetra um paredão de granito.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Demônio 6: a heresia da fotocópia - Série Os 7 Demônios da Pós-Modernidade
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