1. A importância do AMOR;
a. A palavra AMOR aparece cerca de 260 vezes na Bíblia;
b. “... Deus é AMOR” (1 João 4:8b);
c. O AMOR está presente no primeiro e no segundo grande mandamento.
“Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
(Mateus 22.36-39).
sexta-feira, setembro 25, 2009
terça-feira, setembro 22, 2009
Cristão! você é? ou parece ser?
Lembro que certo dia um amigo cristão me perguntou: “Cara, você acha que pega mal se eu fizer a inscrição para um reality show?”. Certamente respondi algo sobre o propósito e glorificação de Deus, mas evitei a resposta sobre certo e errado.
Fico impressionado como as pessoas se preocupam mais com o fazer ou não fazer, ao invés de se preocupar com o motivo pelo qual fazem ou deixam de fazer.
Isso cheira moralidade!
Fico impressionado como as pessoas se preocupam mais com o fazer ou não fazer, ao invés de se preocupar com o motivo pelo qual fazem ou deixam de fazer.
Isso cheira moralidade!
terça-feira, setembro 15, 2009
Você tem medo de AMAR?
Queria que você voltasse comigo alguns anos depois da morte de Cristo (aprox. o ano de 57 d.C.), na época em que Paulo (de Tarso) fazia suas missões para evangelização. Enquanto estava na cidade de Corinto na Grécia, Paulo preocupava-se bastante com a pregação que era levada à comunidade em Roma. Hum!!? Roma? Vamos fazer um parêntese aqui. Isso mesmo. Roma dos Romanos, aqueles que, por influência e pressão dos líderes judeus, haviam executado a crucificação de Jesus Cristo e que posteriormente também perseguiriam implacavelmente os cristãos, aniquilando-os cruelmente!
terça-feira, setembro 08, 2009
Como você tem tratado a sua ETERNIDADE?
Certa vez uma pessoa me contou que havia sido convocada a uma audiência para resolver determinada questão civil. Nessa ocasião teria a oportunidade de apresentar as provas que poderiam mudar rumo do processo: da Condenação para a Liberdade.
Quando nos falamos de novo em outra oportunidade, perguntei como tudo ocorreu na audiência, e pra minha surpresa, a resposta foi: “Perdi a audiência.”, e justificando: “..porque a advogada havia informado um horário, mas não confirmamos com o fórum e chegamos tarde demais. Agora estamos condenados.”.
Fiquei assustado e me perguntando, como alguém tem algo tão importante e tão definitivo a resolver e nem toma o cuidado de se certificar se a informação que recebe é verdadeira? Afinal depois não tem como voltar atrás.
Será que muitas pessoas não estão agindo (ou deixando de agir) assim em relação à ETERNIDADE?
Geralmente tenho ouvido frases do tipo: “O que importa é ter fé!”, “Creio que vários católicos estarão no céu.”, ”Não temos que ficar preocupados com as igrejas que pregam teologia da prosperidade, o que importa é que o nome de Jesus está sendo proclamado.”.
Impressionante como esse tipo de pensamento é totalmente contraditório quando recorremos a Palavra de Deus.
Em Romanos 10.1-4: “Irmãos, o bom desejo do meu coração e a minha súplica a Deus por Israel é para sua salvação. Porque lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus. Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê.”. Paulo diz aqui que só a fé em Deus não importa uma vez que exercida sem entendimento.
Como podemos viver numa rotina de ir aos cultos, ouvir a mensagem e achar que tudo o que temos aprendido vem do Deus verdadeiro e estamos preparados para a ETERNIDADE? É possível repassar a responsabilidade para a igreja ou para o pastor?
Imagine a situação. Você chega ao juízo final e Deus passa um DVD sobre a sua vida e então pergunta: “Fulano, por que é que você viveu assim?”, e você surpreso e perplexo tenta justificar: “Ah! Por que foi isso que aprendi lá, foi assim que meu pastor falou. A culpa é dele, não?”.
Será possível vivermos tão tranqüilos a ponto de nunca termos o interesse de estudar a fundo a Palavra de Deus e conhecê-lo intimamente através de um relacionamento de submissão a Ele?
Mas estamos sempre ocupados com a TV, novelas, notícias, fofoca, internet, futebol, festas e mais festas. Afinal o que temos para celebrar? Seremos salvos? Será que acreditamos realmente num Deus verdadeiro ou tudo o que temos aprendido é somente um apanhado de moralidade mundana?
É com o coração rasgado que exponho esses argumentos, pois não há nada mais grave que fazer pouco caso da sua eternidade. É pra sempre!
Antes, ouça o conselho: “que os seus corações sejam animados, estando unidos em amor, e enriquecidos da plenitude do entendimento para o pleno conhecimento do mistério de Deus...ninguém vos engane com palavras persuasivas...Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;” Colossenses 2.2-8.
Valorize esse presente.
“Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra. ” 2 Timóteo 3:16-17
Lembre-se: É fato que você viverá eternamente. A questão é: Onde você ficará hospedado?
Abraços
Quando nos falamos de novo em outra oportunidade, perguntei como tudo ocorreu na audiência, e pra minha surpresa, a resposta foi: “Perdi a audiência.”, e justificando: “..porque a advogada havia informado um horário, mas não confirmamos com o fórum e chegamos tarde demais. Agora estamos condenados.”.
Fiquei assustado e me perguntando, como alguém tem algo tão importante e tão definitivo a resolver e nem toma o cuidado de se certificar se a informação que recebe é verdadeira? Afinal depois não tem como voltar atrás.
Será que muitas pessoas não estão agindo (ou deixando de agir) assim em relação à ETERNIDADE?
Geralmente tenho ouvido frases do tipo: “O que importa é ter fé!”, “Creio que vários católicos estarão no céu.”, ”Não temos que ficar preocupados com as igrejas que pregam teologia da prosperidade, o que importa é que o nome de Jesus está sendo proclamado.”.
Impressionante como esse tipo de pensamento é totalmente contraditório quando recorremos a Palavra de Deus.
Em Romanos 10.1-4: “Irmãos, o bom desejo do meu coração e a minha súplica a Deus por Israel é para sua salvação. Porque lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus. Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê.”. Paulo diz aqui que só a fé em Deus não importa uma vez que exercida sem entendimento.
Como podemos viver numa rotina de ir aos cultos, ouvir a mensagem e achar que tudo o que temos aprendido vem do Deus verdadeiro e estamos preparados para a ETERNIDADE? É possível repassar a responsabilidade para a igreja ou para o pastor?
Imagine a situação. Você chega ao juízo final e Deus passa um DVD sobre a sua vida e então pergunta: “Fulano, por que é que você viveu assim?”, e você surpreso e perplexo tenta justificar: “Ah! Por que foi isso que aprendi lá, foi assim que meu pastor falou. A culpa é dele, não?”.
Será possível vivermos tão tranqüilos a ponto de nunca termos o interesse de estudar a fundo a Palavra de Deus e conhecê-lo intimamente através de um relacionamento de submissão a Ele?
Mas estamos sempre ocupados com a TV, novelas, notícias, fofoca, internet, futebol, festas e mais festas. Afinal o que temos para celebrar? Seremos salvos? Será que acreditamos realmente num Deus verdadeiro ou tudo o que temos aprendido é somente um apanhado de moralidade mundana?
É com o coração rasgado que exponho esses argumentos, pois não há nada mais grave que fazer pouco caso da sua eternidade. É pra sempre!
Antes, ouça o conselho: “que os seus corações sejam animados, estando unidos em amor, e enriquecidos da plenitude do entendimento para o pleno conhecimento do mistério de Deus...ninguém vos engane com palavras persuasivas...Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;” Colossenses 2.2-8.
Valorize esse presente.
“Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra. ” 2 Timóteo 3:16-17
Lembre-se: É fato que você viverá eternamente. A questão é: Onde você ficará hospedado?
Abraços
segunda-feira, agosto 31, 2009
Se nascemos de novo, como podemos permanecer em pecado?
Impressionante o foco que é dado em púlpito, sobre a natureza carnal do “crente”.
Incansavelmente, dizem assim: “Deus te aceita como você é, pecador. Não vai te amar menos, por que você pecou. Não sofra por causa disso. Jesus morreu para te libertar desse sofrimento”.
Outros dizem: “Todos pecam, eu peco, você peca”.
Crendo que há boa, mas ingênua intenção, para com os “não alcançados”, esse tipo de abordagem é demasiadamente perigosa, visto que, para muitos, isso pode soar quase como: “Amigão, não se preocupe, por que não tem jeito, você sempre vai pecar, não precisa sofrer por causa disso. Afinal você não tem culpa, é a sua natureza. Deus é amor e te aceita assim. Jesus levou toda sua culpa. Venha aqui na frente para se sentir melhor”.
E então? É tudo mentira?
Realmente todos somos pecadores, é o que a Bíblia nos diz em Romanos 3.23 “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;”
Bom, se todos pecaram, por que me incomoda o fato de estarem “batendo nessa tecla”? Alguns podem estar pensando: “Você está falando de salvação por obras da lei. Não é só pela graça que somos salvos?”
Quero chamar a sua atenção para uma questão posterior a salvação, isso nada tem a ver com o motivo da salvação, pois não estamos aqui falando de salvação, afinal essa etapa já passou, não é?
A questão é: Se, já fomos então justificados pelo sangue de Cristo através da infinita graça de Deus, pode um “crente” viver na vida de pecado e nada mudar?
Paulo diz: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?” Romanos 6.1-2
Certo pregador uma vez disse: “Como podemos ter um encontro com algo tão grandioso como Deus, através de seu filho, Jesus, e continuarmos do mesmo jeito? Poderia você ter um encontro com um caminhão em alta velocidade e permanecer intacto?”
Paulo seguindo em sua carta aos Romanos: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” Cap 6.11
Quando temos um encontro real com Deus, morremos para o pecado. E morrer para o pecado significa mudança de vida, não?
Quando o evangelho é pregado parcialmente, e dessa forma, com um “pseudo-amor”, quase sou convencido que é melhor largar a mão de sofrer por ter uma natureza carnal, já que nunca vou conseguir me livrar dela. E se a graça me foi dada assim, de graça, por que então me preocupar? Eu já não vou pro céu? Não preciso fazer mais nada.
Mas por que Paulo então escreve tal recomendação em seguida?
“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Romanos 6.12-13
Como é possível?
Caros amigos, isso só é possível por que, além de sermos libertos da servidão do pecado, nos tornamos servos da justiça!!!
Paulo continua: “... Pois assim como apresentastes os vossos membros como servos da impureza e da iniqüidade para iniqüidade, assim apresentai agora os vossos membros como servos da justiça para santificação... Mas agora, libertos do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.” Romanos 6.19,22
Se nada te dói quando você comete um pecado, há algo de errado aí, não é?
Talvez você não tenha se dado conta que ainda não se tornou servo da justiça.
Mas corra, ainda há tempo.
Lembre-se:
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 6.23
Abraços a todos e que o Espírito de Deus esteja com vocês.
Incansavelmente, dizem assim: “Deus te aceita como você é, pecador. Não vai te amar menos, por que você pecou. Não sofra por causa disso. Jesus morreu para te libertar desse sofrimento”.
Outros dizem: “Todos pecam, eu peco, você peca”.
Crendo que há boa, mas ingênua intenção, para com os “não alcançados”, esse tipo de abordagem é demasiadamente perigosa, visto que, para muitos, isso pode soar quase como: “Amigão, não se preocupe, por que não tem jeito, você sempre vai pecar, não precisa sofrer por causa disso. Afinal você não tem culpa, é a sua natureza. Deus é amor e te aceita assim. Jesus levou toda sua culpa. Venha aqui na frente para se sentir melhor”.
E então? É tudo mentira?
Realmente todos somos pecadores, é o que a Bíblia nos diz em Romanos 3.23 “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;”
Bom, se todos pecaram, por que me incomoda o fato de estarem “batendo nessa tecla”? Alguns podem estar pensando: “Você está falando de salvação por obras da lei. Não é só pela graça que somos salvos?”
Quero chamar a sua atenção para uma questão posterior a salvação, isso nada tem a ver com o motivo da salvação, pois não estamos aqui falando de salvação, afinal essa etapa já passou, não é?
A questão é: Se, já fomos então justificados pelo sangue de Cristo através da infinita graça de Deus, pode um “crente” viver na vida de pecado e nada mudar?
Paulo diz: “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele?” Romanos 6.1-2
Certo pregador uma vez disse: “Como podemos ter um encontro com algo tão grandioso como Deus, através de seu filho, Jesus, e continuarmos do mesmo jeito? Poderia você ter um encontro com um caminhão em alta velocidade e permanecer intacto?”
Paulo seguindo em sua carta aos Romanos: “Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus.” Cap 6.11
Quando temos um encontro real com Deus, morremos para o pecado. E morrer para o pecado significa mudança de vida, não?
Quando o evangelho é pregado parcialmente, e dessa forma, com um “pseudo-amor”, quase sou convencido que é melhor largar a mão de sofrer por ter uma natureza carnal, já que nunca vou conseguir me livrar dela. E se a graça me foi dada assim, de graça, por que então me preocupar? Eu já não vou pro céu? Não preciso fazer mais nada.
Mas por que Paulo então escreve tal recomendação em seguida?
“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Romanos 6.12-13
Como é possível?
Caros amigos, isso só é possível por que, além de sermos libertos da servidão do pecado, nos tornamos servos da justiça!!!
Paulo continua: “... Pois assim como apresentastes os vossos membros como servos da impureza e da iniqüidade para iniqüidade, assim apresentai agora os vossos membros como servos da justiça para santificação... Mas agora, libertos do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna.” Romanos 6.19,22
Se nada te dói quando você comete um pecado, há algo de errado aí, não é?
Talvez você não tenha se dado conta que ainda não se tornou servo da justiça.
Mas corra, ainda há tempo.
Lembre-se:
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 6.23
Abraços a todos e que o Espírito de Deus esteja com vocês.
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